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Bap surpreende ao revelar valor mínimo para vender Emerson Royal

Bap surpreende ao revelar valor mínimo para vender Emerson Royal

Por Marcos Eduardo · 4 min de leitura
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Bap, presidente do Flamengo. Foto: Reprodução/Youtube
Foto: Reprodução/Youtube
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O presidente do Flamengo, Luiz Eduardo Baptista, o Bap, voltou a comentar um dos principais assuntos da última janela de transferências: a permanência de Emerson Royal. Em participação no Barbacast, o mandatário explicou por que recusou a proposta do Aston Villa pelo lateral-direito e também esclareceu como funciona a tomada de decisões no departamento de futebol, destacando o papel do técnico Leonardo Jardim.

Lateral Emerson Royal, do Flamengo. Foto: Thiago Ribeiro/AGIF
Foto: Thiago Ribeiro/AGIF

Segundo Bap, o Flamengo não tem necessidade financeira de vender jogadores e só aceita negociar atletas importantes quando a operação faz sentido tanto esportiva quanto economicamente.

“O Flamengo não precisa vender desesperadamente”

Ao comentar a proposta do Aston Villa, Bap afirmou que o clube não está pressionado financeiramente a negociar seus principais jogadores.

“Eu decidi não vender o Royal. Por várias razões. A primeira delas é o seguinte: o Flamengo não tá de pires na mão numa situação econômica ou financeira que ele precise vender desesperadamente um jogador.”

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O presidente ressaltou que vender faz parte da gestão, mas apenas quando a negociação beneficia o clube.

“Quem eu reponho no lugar dele?”

O principal argumento utilizado por Bap para manter Emerson Royal foi a dificuldade de encontrar um substituto à altura.

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“Se eu vendo o Royal, quem eu reponho no lugar dele? Varela é um ótimo jogador, mas está com 32 anos.”

O dirigente explicou que o Flamengo precisa pensar na temporada inteira e ter dois jogadores de alto nível para cada posição.

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“Não é qualquer lateral-direito. É um lateral que consiga jogar 3.500 ou 4.000 minutos em alto nível. Quantos grandes laterais a gente viu na Copa? Poucos.”

Emerson Royal, Flamengo
Emerson Royal, Flamengo – Foto: Icon Sport

Venda só faria sentido por valor maior

Bap também revelou qual seria o patamar financeiro considerado aceitável para iniciar uma negociação por Emerson Royal.

Segundo ele, a oferta recebida do Aston Villa, estimada em cerca de 9 milhões de euros, ficou abaixo do esperado.

“O Royal por menos de 15 milhões de euros não faz nenhum sentido o Flamengo vender. Porque eu sei que eu não consigo repor.”

A declaração deixa claro que o clube só abrirá conversas caso receba uma proposta significativamente superior.

“Leonardo cuida do time dentro de campo”

Outro tema abordado pelo presidente foi o processo de tomada de decisões no futebol.

Bap, Flamengo
Bap, Flamengo – Foto: Marcelo Cortes/CRF

Embora tenha elogiado o trabalho de Leonardo Jardim e do diretor José Boto, Bap fez questão de destacar que a palavra final sobre questões estratégicas pertence à presidência.

“A opinião do Boto e do Jardim são importantes? São importantes. Mas é definitiva? Não.”

Na sequência, reforçou a divisão de responsabilidades dentro do clube.

“O Leonardo cuida do time dentro de campo. Mas a parte financeira e econômica, eu tenho uma responsabilidade.”

Segundo o dirigente, a visão institucional exige decisões que vão além do aspecto técnico, levando em consideração o planejamento do clube a longo prazo.

Flamengo mantém estratégia no mercado

As declarações de Bap reforçam a postura adotada pelo Flamengo nesta janela de transferências.

A diretoria pretende preservar a base do elenco e só negociar atletas considerados importantes diante de propostas que sejam vantajosas tanto do ponto de vista financeiro quanto esportivo.

No caso de Emerson Royal, o recado foi claro: enquanto não houver uma oferta compatível e uma reposição confiável no mercado, o lateral seguirá vestindo a camisa rubro-negra.

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#bastidores #Flamengo #Mercado da bola
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